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O perfil do consumidor brasileiro de jogos

Apesar de já ter postado isso no Nuss… E agora?!?, achei que deveria fazer o mesmo aqui no GamedevBR. Ao ler o Gamer Brasilis, tropecei nessa enquete do João Pascal que tenta traçar o perfil do pessoal que consome jogos eletrônicos no Brasil. Como em qualquer pesquisa, o segredo é o tamanho da amostragem, que tal dar uma força você também? Basta responder a esse formulário. É rápido, indolor e ainda vai ajudar à essa causa!

Tiago Frossard Diversos ,

Breath of Fire IV: Botando todo mundo para trabalhar

Você está jogando o Final Fantasy <insira um numeral romano qualquer>. Jogaço, cara! Ele tem um sistema de habilidades foderoso, os gráficos são geniais, trocentos itens, respostas perfeitas do joystick. De tanto jogar, você já conseguiu todos os personagens e, claro, já definiu bem aqueles que mais te agradam. Afinal de contas, com toda a história deles, aquelas magias, combos e estratégias não teria condições de você não escolhê-los. São PERFEITOS!

Você joga tanto com eles que acaba chegando ao chefão final. Você destroça a primeira forma do sujeito. Destroça a 2ª forma também. Ao chegar na 3ª forma, descobre que ele inutiliza os teus personagens principais, exigindo que você troque para seu time secundário. Esperto, você enche o peito e diz: QUE TIME SECUNDÁRIO?!?!

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Tiago Frossard Análises de Jogos, Artigos, Geral , , , ,

Sim City 4 Deluxe Edition: um Estudo de Caso da dinâmica de um jogo


Olha! Uma região completa onde você pode colocar sua cidade! Você personaliza essa área com rios, lagos, montanhas, florestas, cânions, mares e ilhas. Escolhe ali um quadradinho, uma pequena parte dessa imensa região, para ser o primeiro passo de sua grande carreira como prefeito. Nome… nome… como chamaremos sua cidade?

Um tempo depois ela já está organizada, lindona! Suas vias estão limpas, sem engarrafamentos ou sobrecargas. Há empregos e fregueses por toda parte, a economia floresce e você já decide a vida dos 80mil habitantes, evocando até os clássicos desastres para apimentar a diversão.

“Mas isso não tem grandes novidades, Tiago: desde os mais velhos Sim Cities as coisas funcionavam mais ou menos deste jeito”. Sim, mas estamos falando do Sim City 4 Deluxe, aquele que eleva a experiência de gerência a um completo novo patamar: agora você não tem só uma cidade, tem uma região toda à seu dispor, coalhada das cidades que você cria.
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Devil May Cry 3: Uma lição em Character Design

Não sei exatamente o porque, mas de uma hora pra outra resolvi jogar o Devil May Cry 3.

Ele, em essência, não passa da mistura de um conjunto de idéias de outros jogos da produtora Capcom, com uma roupagem diferente.

O jogo é, em essência, um beat’em up como o Final Fight, mas num ambiente soturno que lembra muito o famoso Demon’s Crest, com arquitetura gótica e inimigos demoníacos. O sistema de habilidades foi claramente baseado no Mega Man, sendo pouquíssimas delas obtidas sem a derrota de um chefe. Além disso, as telas de save, o estilo dos quebra-cabeças e o ambiente da cidade destruída vão te dar aquela sensação de Resident Evil por um bom tempo, principalmente quando você começar a zerar o jogo para colecionar os extras: imagens, vídeos, modos de jogo e novas roupas para os personagens.

“Ah ta. Esse jogo é uma mistureba de um monte de outros jogos. Então por que você quis fazer essa análise?”. Fácil, fácil: o character design.

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Tiago Frossard Análises de Jogos, Character Design, Game Design, XNA , , ,

Tibia: ovelha negra ou exemplo a ser seguido?

Aniquilando a concorrência?Tibia, um jogo alemão lançado em 1996, inicialmente desenvolvido como trabalho de faculdade por 3 alunos de Ciências da Computação. Nesses mais de 10 anos, passou por diversas modificações em seu sistema de jogo, mas visualmente falando não houve nenhum ganho muito melhor que sprites mais bem desenhados: as animações continuam com pouquíssimos quadros, os mapas continuam apresentando gravíssimos problemas de perspectiva e, pasmem, o jogo nem som tem.

Além disso, de 6 em 6 meses costuma haver uma grande atualização do sistema de jogo, fazendo com que você tenha que se readaptar 2x por ano. E claro, mudanças em itens, criaturas, quests e áreas florescem junto a essas mudanças, tornando suas verdades absolutas muito mais efêmeras que se possa imaginar.

Mesmo com todos esses contras, ele continua sendo o azarão do mundo dos jogos online: aquele que tinha tudo pra ser esquecido diante de jogos consagrados como World of Warcraft, MUOnline e Gunbound acabou se tornando um dos grandes sucessos do mercado.

Mas como pode, na era dos gráficos realistas e interfaces inovadoras, um jogo como o Tibia movimentar milhares de jogadores? O presente artigo é fruto de uma pesquisa com os próprios jogadores de longa data e pretende definir justamente os pontos de sucesso do Tibia, aquele que provavelmente é o MMORPG mais controverso do mercado. Read more…

Tiago Frossard Análises de Jogos, Game Design