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Archive for the ‘Arte Digital’ Category

Análise – Demo de Killzone 2 – Behind The Bullet

Alguns podem achar estranho escolher o GamedevBR para a postagem deste texto, mas para quem tem o Playstation 3 e tem interesses em modelagem 3D, é uma boa baixar o novo demo do Killzone 2 que está disponível na PSN. Primeiro que o demo não é bem um demo e sim um vídeo interativo, onde o jogador pode parar o tempo na cena e mover a câmera para ver detalhes artísticos da mesma. Mas antes, vamos ao vídeo normal, divulgado pela Guerrilla Games para divulgar o jogo:

Tá, mas qual a relação deste vídeo com desenvolvimento de jogos? Isto:

killzone2_behind

Para quem não tem muitos conhecimentos de tipos de imagens que os artistas postam quando divulgam modelos 3D, a parte brilhante da imagem (à esquerda) são os normal maps. São os locais onde são definidos as texturas de relevo que os artistas colocam em cima. E tem mais, apesar da imagem acima não mostrar, no vídeo dá pra ver a cena sem efeitos elevados de iluminação, o que mostra que a iluminação tem uma diferença astronômica nas cenas. Aí dá pra ver metade da tela (ou quase tudo) só com normal maps ou só com iluminação ineficiente, apenas pra ver as diferenças.

Bom, sei que é complicado explicar isso para quem não vai ter acesso ao vídeo, mas se você conhece alguém que tenha um PS3, peça pra baixar e instalar. São só 190 MB e é curioso ver e interagir com este tipo de aplicação.

[Imagem via Playstation.Blog]

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Dúvida em desenho artístico: Girar ou não a folha na hora de desenhar?

Esta semana uma questão assombrou a minha mente num tópico de desenho artístico na UniDev. A questão de girar ou não a folha na hora de desenhar. Como eu já ando fazendo desenho a cerca de 1 ano e alguns meses, acabei pegando este hábito. Algumas vezes eu pego a folha e coloco num ângulo diferente para fazer um traçado melhor. Para colorir isso é algo praticamente automático, principalmente quando eu coloro um cabelo e sigo a direção do mesmo. Em arte final vi que é mais fácil eu traçar de baixo para cima e com isso algumas vezes quando passo canetinha eu até coloco a folha de cabeça para baixo o desenho, dependendo do traço a ser traçado.

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Pincéis (brushes) e plugins para o Gimp

Algum tempo atrás achava que os softwares de edição de imagens (Gimp, Photoshop e similares) eram imutáveis: que era só baixar e usar as ferramentas disponíveis, sendo que eles são softwares que dá pra fazer upgrades manuais, como na maioria dos softwares 3D e IDEs de programação. Ou seja: dá pra colocar plugins e ferramentas adicionais nestes softwares, coisa que achava impossível até algum tempo atrás.

Bom, tirando o momento newbie, decidi fazer alguns testes básicos hoje com o Gimp antes de começar os meus estudos com o Corel Painter. Afinal, como eu tenho interesses em pintura digital, queria ver se dava pra colocar pincéis adicionais de pintura, como giz de cera e outros. No Painter dá pra simular com realismo efeitos tradicionais de desenho, o que pode ser bem interessante pra conseguir efeitos elevados na arte. Aí eu queria ver se dava pra fazer igual no Gimp, o que até o momento não deu. No máximo posso usar o aerógrafo para simular um efeito esfumaçado e/ou usar técnicas básicas pra fazer uma arte digital simples.

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Dica do dia – Mapeamento UV numa cabeça (Vídeo-Tutorial – Blender)

Temos mais uma dica interessante de link para os modeladores de plantão: é um vídeo-tutorial de um mapeamento em UV de uma cabeça no software Blender.

Blender: Unwrap UVs on Human Head

O mais impressionante é uma frase dita pelo Tatasoka: que este tipo de mapeamento é muito fácil, seguindo as boas práticas de modelagem. Bom, pelo que conheço pouco do Blender eu achava que mapeamento de texturas seria algo bastante difícil. Acho que preciso rever os meus conceitos!

Quanto ao vídeo-tutorial, preferiria um tutorial escrito: a absorção de informações é bem maior. Fora isso, preciso largar a preguiça em algum lugar e estudar esse tipo de coisa, já que me interesso vagamente por modelagem lowpoly de personagens.

Pra terminar, o autor também tem um blog com muita coisa interessante de modelagem 3D com o Blender. Vale a visita!

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Far Cry 2 – Speed Mapping

Sei que alguns podem achar ruim dos artigos mais complexos terem sumido, mas não se preocupem! Tenho alguns artigos na mente quer devo implementar e publicar em breve. Enquanto isso ando procurando coisas interessantes e diferentes para ir publicando aqui e deixando o blog atualizado. Uma delas é o vídeo abaixo, mostrando o desenvolvimento de um cenário do jogo Far Cry 2, usando um editor interno do jogo:

Seria bem legal se desse pra criar um game 3D inteiro assim, montando as locações e deixando a tua fase do jeito que você quiser. Mas é aquele negócio: apesar da suposta liberdade, qualquer editor de levels de muitos games tem algumas limitações técnicas. Mas para quem gosta dessa área e/ou está afim de treinar, é uma boa adquirir um jogo e ficar brincando com os editores internos de modificações.

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Dica do dia – Modelando uma orelha lowpoly no 3D Studio max

orelha_3dsmax

Temos mais uma dica bem interessante do Allan Brito, que tem o blog de modelagem mais lido do país. Ele comentou sobre um vídeo-tutorial onde o autor ensina a modelar uma orelha low-poly:

Link direto

Para quem não conhece muito bem o termo, modelos low-poly são modelos com uma taxa baixa de polígonos, perfeito para desenvolvimento de games. Quanto mais polígonos tem um modelo, mais carregado ele fica quando renderizado em tempo real (sendo que hoje os modelos low-poly estão chegando a patamares bem maiores do que alguns anos atrás. Veja o trailer em real-time do God of War 3, por exemplo!). Então é utilizado técnicas de normal map e texturas para esconder imperfeições e para deixar o modelo mais realista (isso de acordo com a direção de arte do jogo, claro!) e modelar orelhas, como o Allan falou, é algo muito complexo.

Para quem está estudando modelagem 3D, é uma boa tentar seguir este tutorial no software que o artista usa para ganhar mais conhecimentos, caso ele não sabia este tipo de técnica.

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Dicas para desenho 02 – Lápis de cor (colorindo)

desenho_lunia

Vamos começar pra valer a série de dicas para desenho. Sei que o foco maior deste texto é mais pra quem já sabe alguma coisa de desenho tradicional, mas como muitos aqui pensam em desenvolver games, o desenho é uma das partes mais importantes. Vou dividir este post em 3 páginas, para não ficar muito grande para carregar. Para os leitores do feed, deve ir apenas a primeira página e se você se interessar, visite o post!

Você, caso não saiba desenho, também pode treinar em desenhos já prontos, já que estas dicas são bem básicas. É claro que se você fizer um desenho novo e colorir, pode ser bem mais interessante. Ou mesmo entrar num curso de desenho, mas aí vai do foco de cada pessoa.

Só lembrando: o foco aqui é desenho tradicional. Não tem nada de dicas de manuseio de tablets e pintura digital (outro assunto de muito interesse pra mim). Isso vai ficar mais pro futuro, quando estiver bem melhor nesse quesito. E as imagens aqui são scans próprios (onde eu mesmo fiz os desenhos para este tutorial).

1 – Definir bem as cores antes de colorir

Regra de ouro! Quando você for fazer um desenho, pense nas cores antes de começar. Tente imaginar o desenho colorido e pense numa cor legal. Caso esteja copiando algum desenho, veja bem as cores antes de sair colorindo. E anote a numeração dos lápis. Como algumas cores são bem parecidas, você pode acabar trocando a cor sem querer e estragar o seu desenho, onde partes de uma roupa pode estar numa cor e parte dela em outro tom.

2 – Fazer testes numa folha separada

Outra regra interessante. Separe uma folha do mesmo tipo que você estará colorindo apenas para testes. Então, antes de colorir, faça um teste qualquer dependendo de como você vai colorir. Talvez você precise misturar as cores ou mesmo tentar um tom mais claro ou mais escuro, e testar antes pode ser fundamental. Se você não testar, quando você for colorir, você pode acabar descobrindo que não era a cor certa e aí já era: você terá de refazer o desenho.

Veja um exemplo de uma folha de testes:

tuto_desenho_cor_01

3 – A questão da superfície onde você irá colorir

Taí algo que pode gerar um pouco de controvérsia. A resposta óbvia é “na mesa”, mas você tem de analisar se a mesma não tem pequenas rachaduras. Se você passar o traço em cima de uma, existe a possibilidade do tom ficar alterado e o seu trabalho pode ser prejudicado. No meu caso, eu utilizo uma folha de raio-x, que deixa o colorido com uma finalização melhor e não deixa aquela sensação de “colorido em cima de uma mesa”. Teste em várias superfícies e veja os resultados.

4 – Tentando manter um tom uniforme

Aqui é um assunto difícil de explicar, o que demanda alguns scans para explanar melhor. Quando você está colorindo e não tem habilidades de um profissional, você, ao preencher uma área relativamente grande, você acaba colorindo de forma normal um trecho e depois continua “em cima”. Com isso, a sua mão acaba passando o traço em cima da parte já colorida, criando algo parecido com isto:

tuto_desenho_cor_02

No meio do desenho, se você reparar bem, vai ver que a área é um pouco mais escura do que nas redondezas. Isso acontece porquê você coloriu de forma normal embaixo e ao continuar em cima, você pode ter forçado um pouco e o mesmo ganhou um tom mais forte. para sanar isso é necessário, depois colorir as redondezas no mesmo tom, espalhando o desenho de forma uniforme, até chegar em algo parecido com isto:

tuto_desenho_cor_03

Nesse caso, em cores mais escuras isso é mais visível do que numa cor mais fraca. Se você pega uma cor como um amarelo, você mal percebe isso, mas você já reparou que na cor amarelada você acaba forçando o lápis para ele ficar mais visível? Então.

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Nova versão do Gimp: 2.6.0

Hoje, ao abrir o Meiobit, surgiu um post comentando sobre o lançamento da nova versão do Gimp, que agora está na 2.6.0:

Nova versão do GIMP

Bom, eu já baixei a versão e vou começar a usar imediatamente. Já uso o Gimp há um bocado de tempo pra fazer edições básicas (além de algumas experiências com tablet) e esta nova versão pode ser bem interessante. O problema é se acostumar com algumas mudanças na interface padrão (por exemplo: na janela de ferramentas o menu principal foi removido).

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Dicas para desenho – Parte 01

Faz quase 1 ano que estou num curso de desenho. Então decidi compartilhar um pouco do meu conhecimento básico aqui para aqueles que querem seguir nesta área, que é difícil e demanda muito tempo para você ficar bom. Diferente da programação onde em poucos meses você pode estar dominando uma linguagem ou ferramenta (com pouco tempo de estudo diário ou semanal), em desenho, mesmo treinando diariamente pode demorar anos até você ficar razoavelmente bom. É bem mais difícil.

Vou fracionar os posts em partes, já que vira e mexe eu posso aprender coisas novas e aí vou compartilhando com vocês aos poucos.

1 – Arrume um tablet

Essa é para quem quer seguir na área digital. Quem pensa em desenhar DEVE ter um tablet (também chamada de mesa digitalizadora), que troca o mouse por uma caneta. Não quer dizer que você não consegue trabalhar com o mouse, mas tendo um tablet a coordenação e o desenho ficam bem melhores. É claro que num desenho o esboço inicial do papel sempre é mais importante, mas em empresas de gamedev e outras áreas artísticas as finalizações sempre são no computador.

Tablet Genius

Tablet Genius

Quanto aos tablets, apesar de não ter uma Wacon, recomendo esta marca, onde a maioria recomenda com afinco. Hoje tenho uma Genius que ainda dá pro gasto, mas pretendo adquirir outro em alguns meses.

2 – Adquira um scanner

Depois do tablet, outro aparelho essencial é um scanner. Com ele você poderá escanear os seus desenhos para serem finalizados depois. Hoje um scanner comum é baratinho e muitas impressoras vem com este recurso. Na época eu paguei 600 reais, que é um preço razoável, mas um scanner você deve encontrar por uns 200/300 reais, em média.

Caso tenha um, escaneie seus desenhos usando resoluções mais altas que a padrão, que gera imagens maiores e que podem ser melhor acabadas posteriormente (além de que muitos avaliadores querem ver todos os detalhes dos desenhos. Um desenho grande pode fazer diferença num teste de seleção). Recomendo usar 300 e 600 dpi.

3 – Instale um editor de imagens

Ou, em outras palavras, tenha o Photoshop e/ou o Gimp instalados. Pode parecer óbvio, mas muita gente nem liga muito pra isso. Mesmo que você tenha um scanner, pode ser necessário o usuário fazer um tratamento na imagem, diminuindo um pouco a qualidade (pra ficar menor) ou mesmo colocando uma marca dágua na imagem. Dos dois softwares citados, o Gimp é gratuito e bem poderoso.

4 – Tenha um portfólio

Outra coisa essencial. Você tem de ter um local na internet onde você pode colocar os seus desenhos. Pode ser um site simples, um blog, algum lugar onde um possível empregador pode ver os seus desenhos. É por isso que recomendei um scanner acima: você tem de ter os seus desenhos em formato digital pra poder enviar os mesmos para outras pessoas ou mesmo postar num fórum para avaliação. Você pode até usar uma câmera digital, mas ela nunca será igual a um scanner.

O maior problema é que muita gente mal-intencionada pegam desenhos dos outros e usam em seus portfólios. Aí é bem difícil de identificar e caberá ao examinador ver se cara manja mesmo de desenho. Uma coisa é copiar um desenho e refazer olhando (que eu estou fazendo pra aprender). A outra é eu pegar um desenho qualquer na internet e dizer que fui eu que criei. Isso eu acho errado. E também o cara pode pedir num exame algo do mesmo nível que os desenhos do pórtfólio e aí o espertinho pode se queimar.

Concluindo

Bom, se você chegou até aqui deve estar pensando: e as dicas de desenhos? Você não falou quase nada! Sim, aqui não tem muita coisa, mas este é a primeira parte do texto. Pretendo escrever outras com o passar dos meses e ir postando aqui.

De qualquer jeito eu recomendo que o usuário entre numa escola de desenho ou mesmo tenha aula. Nada contra quem é auto-didata, mas é muito melhor ter um professor te auxiliando do que tentar apenas via internet/revistas e não aprender direito.

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Impressões – Tablet Genius 5×4

Recentemente adquiri com um colega meu um tablet usado da Genius 5×4. Sei que a maioria vai recomendar uma Wacom, mas como eu sou blogueiro pobre e estou apertado financeiramente, tive de arrumar uma mais barata para saber como é a experiência. Sempre quis testar um, para saber se eu não iria me arrepender de fazer um investimento alto em algo que eu não conhecia. Sorte que um colega meu tinha um, não estava usando e negociei com ele :D

Depois que instalei o mesmo (instalação do driver, espetar a USB e colocar pilha na caneta…) fui logo abrindo o Gimp para testar o acessório. Sei que também muitos vão recomendar o Photoshop como software, mas como só uso o Gimp (ele atende as minhas necessidades muito bem), então fui testando ele direto.

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