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Posts Tagged ‘gamedev’

SBGAMES – NOVAS INFORMAÇÕES

Já na sétima edição, o SBGAMES é um simpósio sobre pesquisa e desenvolvimento de jogos e entretenimento digital da América Latina, reunindo estudantes, professores, artistas, designers, empreendedores de diversas universidades, centros de pesquisa e da indústria de jogos.

Veja abaixo como é composto o simpósio:

  • 4 trilhas: Computação, Arte & Design, Indústria e Jogos & Cultura;
  • 2 festivais: Festival de Jogos Independentes e Exibição de Arte Conceitual);
  • Tutoriais;
  • Palestras de keynote speakers nacionais e internacionais e de alguns eventos satélites.

Também para essa edição do SBGAMES, algumas novidades estão em pauta como a participação da Sony e da Ubisoft, além do Microsoft Academic Days on Game Development in Computer Science Education e de novidades relacionadas ao Blender Pro 2008.

Confira abaixo o valor da inscrição para o SBGAMES 2008:

Categoria
Até 22/09
23/09 a 20/10
Após 20/10
Profissional associado à SBC
R$ 110,00
R$ 130,00
R$ 150,00
Profissional não associado
R$ 130,00
R$ 150,00
R$ 180,00
Estudante associado à SBC
R$ 50,00
R$ 60,00
R$ 70,00
Estudante não associado
R$ 65,00
R$ 75,00
R$ 85,00

Para se inscrever, clique aqui.

Para maiores notícias, acesse o site da PUC Minas sobre o evento.

Esse com certeza será um dos maiores eventos relacionados à área de gamedev em Minas Gerais, e na minha opinião promete alavancar o interesse e difundir a profissionalização do setor na Capital mineira e região metropolitana. A minha esperança é que, além da divulgação do mercado emergente de games para Belo Horizonte e região, o evento consiga abrir as portas de BH para novos estúdios, faculdades e até mesmo encubadoras para a área de gamedev.

Aguardem para verem aqui uma possível cobertura do SBGAMES 2008.

Ricardo G. Rinaldi Eventos, Notícias , , , , ,

UNIVERSO GAMES 2008

Nos dias 04 a 08 de Agosto de 2008 acontecerá no Senac Lapa Tito (São Paulo / SP) mais uma edição do UNIVERSO GAMES, evento voltado para usuários de games, estudantes e profissionais da área de comunicação, artes, tecnologia e educação que estejam inseridos nesse mercado.

A programação inclui um circuito de palestras, mesas redondas gratuitas, workshops e oficinas que abordarão os mais diversos temas relacionados ao mundo dos games.

Nas oficinas serão vistos:

  • Sound Forge 9 – Montagem de Trilhas Sonoras;
  • Java – Programação com Jogos em JAVA – Básico;
  • Dreamweaver CS3 – Programação de Sites com Dreamweaver CS3;
  • Programação em Jogos com Flash CS3 – Básico.

Para as oficinas, será cobrada uma taxa de inscrição de R$ 10 para alunos e ex-alunos e R$ 20 para demais interessados. As inscrições deverão ser feitas pessoalmente.

Nos workshops serão vistos:

  • Casemod – Construa um PC Tunning;
  • Windows Vista – Recursos do Windows Vista para Jogos.

As mesas redondas abordarão:

“O Mercado de Jogos Casuais no Brasil”
Participantes: Antonio Curi (EA mobile na América Latina); Luiz Gonzales (Atrativa); Jairo Margatho (Overplay); André Nogueira (Tectoy Digital); Ricardo Farah ( Editor Executivo EGM Brasil); Archias Alves de Almeida (Devworks) e Winston Petty (Insólita)
Moderador: André Penha (Abragames)

“Desenvolvimento de Jogos para Consoles”
Participantes: Amintas (Microsoft); Wagner Carvalho
(Green Land);
Moderador: Marcelo Carvalho (Abragames)

“Preservação e memória dos videogames”
Participantes: Moacyr Jr. (PCenginefan); Kao Cyber( Retro Games); José Valle (Museu do computador); André de Abreu (Anhembi Morumbi); Rodolfo Rigo Calabresi (Quantix Games)
Moderador: Roger Tavares (docente Senac-SP)

“Jogos Sérios para Simulação e Treinamento”
Participantes: César Braga (Gestum); Gilson Schwartz (Cidade do Conhecimento)
Moderador: Cláudio Bueno (Coordenador dos cursos de pós-graduação em Computação Gráfica/Games – Senac- SP)

“Mídia e Entretenimento: Qual é o jogo?”
Participantes: Daniel Trócoli (ATRATIVA); Alisson Pedro (Country Manager da Sulake no Brasil); Marcos Imaizumi; Emiliano Gonçalves de Castro (ABRAGAMES) e Leandro Voltolino (GameLib)
Moderador: Paulo Voltolino (Agencia Tríade)

Além de todos os eventos descritos acima, o UNIVERSO GAMES 2008 contará também com Espaço Wii, Playstation 3, X-box e Tec-Toy, DJ’s, VJ’s e até teatro.

O evento ocorrerá de segunda à sexta das 14 às 22 horas, com entrada gratuita.

Para maiores informações, datas e horários de cada evento, visite o site oficial: UNIVERSO GAMES 2008.

Eu pessoalmente já fui na edição passada do Universo Games e achei muito bacana, e bem organizado. O ambiente criado é bem profissional e, além disso, o evento se destaca como um dos grandes divulgadores e incentivadores da área de gamedev no país.

A julgar pela programação, o evendo desse ano promete ser ainda melhor do que o evento passado mas eu só não consigo entender o que “Programação de Sites com Dreamweaver CS3″ tem a ver com o restante do evento, mas tudo bem… só conferindo pessoalmente pra saber.

Ricardo G. Rinaldi Notícias , , , , ,

Novas ferramentas para gamedev by nVidia

Com a premissa de cada vez mais agilizar no processo de criação de jogos, a nVidia acaba de lançar um pacote de ferramentas para gamedev contendo 03 programas:

  • PerfHUD 6 – Ferramenta de análise de desempenho e depuração de gráficos para aplicações DirectX 9 e 10;
  • FX Composer 2.5 – Ambiente de desenvolvimento integrado para criação de efeitos visuais em tempo real;
  • Shader Debugger – Depuração e otimização de sombreadores escritos em HLSL, CgFX, COLLADA FX, CG em DirectX e OpenGL.

Dentre as empresas mais conhecidas que se utilizam das ferramentas criadas pela nVidia estão: Epic, Rockstar, Crytek e Blizzard.

Maiores detalhes podem ser conferidos clicando aqui.

Fonte:

Boletim do Clube do Hardware
Boletim 762 – 22/07/2008

Ricardo G. Rinaldi Notícias, Programação , , , , , , , , , ,

IDGA – Debate sobre gamedev em São Paulo (31/05)

Irá acontecer no próximo 31/05 (sábado) em São Paulo mais um encontro promovido pelo IDGA – International Game Developers Association (Associação Internacional de Desenvolvedores de Jogos, em tradução livre). Segue parte do press-release:

Com a intenção de estreitar as relações com os estudantes de games no país, futuros membros da indústria, e a academia em geral, o IGDA SP criou uma divisão dedicada a esta classe que será oficializada neste próximo evento.

Na forma de mesa redonda, representantes de Universidades com ensino de games, profissionais do mercado e estudantes debaterão, o que podemos dizer, o futuro do Brasil em relação ao desenvolvimento de games.

O que esperar dos novos e antigos cursos?
Nossa formação está alinhada, baseada, com o que?
Quais os anseios dos estudantes? E quais as necessidades da indústria?

Um debate que deve ser muito interessante e rico de conteúdo onde o IGDA quer firmar sua posição de apoio, direcionamento e refúgio que estamos construindo juntos.

Na página oficial do evento tem mais informações do local do debate e dos participantes.

Para quem mora em São Paulo e região, pode ser interessante ir lá e acompanhar o debate. Esperemos que depois eles publiquem algum report sobre os assuntos debatidos lá, para que os desenvolvedores de outros locais do país possam ficar por dentro do que acontece na área no país.

Rodrigo Flausino Eventos, Indústria, Notícias , , , ,

Coopergames – uma idéia que pode dar certo.

Cooperativa

Todas as pessoas que de algum modo se relacionam com o mundo do gamedev sonham em um dia fazer parte de uma equipe desenvolvedora de games, porém em nosso país as coisas não são tão simples assim, e caminhar sozinhos nessa empreitada com certeza torna as coisas mais difíceis ainda.

Para se iniciar uma empresa de gamedev é necessário ter uma boa verba a ser empregada na locação do espaço físico, na aquisição dos equipamentos adequados e na contratação de mão-de-obra especializada, e convenhamos, isso não é para muitos. Além disso, é necessário investir em divulgação e distribuição, o que acaba tornando a coisa mais difícil ainda.

Foi pensando nessa dificuldade que me veio à cabeça a idéia de uma cooperativa voltada para o desenvolvimento de games – a Coopergames. Mas afinal de contas, o que vem a ser uma cooperativa? Read more…

Ricardo G. Rinaldi Artigos , ,

Artigos e Tutoriais Externos

Nesta página tem vários artigos selecionados pelos colaboradores sobre desenvolvimento de jogos. Periodicamente, testarei os links para saber se estão ainda no ar e esta página será constantemente atualizada.

Geral

Engines, APIs e Ferramentas

Game Design

Geral

Level Design

Games Online

Games para celulares

Inteligência Artificial

Programação

Rodrigo Flausino Geral ,

Entrevista sobre Portal

portal_standalonebox.jpg

Que Portal é um dos jogos mais fenomenais do ano passado quase ninguém discorda, mais difícil ainda é reclamar da sua jogabilidade e especialmente da brilhante forma com que a história é conduzida (que jogou sabe, a história é simples, mas faz rir sem parar).

Para que gostou do jogo (e para quem tem curiosidade sobre o assunto), o site Gamasutra publicou uma entrevista com o Designer-chefe Kim Swift e o Escritor-chefe Erik Wolpaw, levantando alguns tópicos bem interessantes sobre o design e a história do Portal, passando por uma conversa sobre alguns outros jogos, e finalizando com uma pequena cutucada no PS3.

Confira: Kim Swift And Erik Wolpaw Talk Portal.

Diego Barboza Game Design, Notícias

Gamedev no Brasil, a necessidade de ser um ‘faz-de-tudo’

Existem no Brasil muitas pessoas realmente apaixonadas com games, que vivem e que sonham constantemente com o mundo dos games. Sonhos estes incompreendidos pela maioria dos pais. Essas pessoas, que passam horas na frente da tv ou do monitor do PC tem um desejo em comum, o desejo de um dia poder jogar na cara de seus pais que games eletrônicos dão futuro e que esta área é muito promissora no mercado de entretenimento aqui no Brasil.

O problema todo dessa área no nosso país já começa aí, com o preconceito criado pela maioria dos pais que renegam o apoio necessário à maioria dos jovens sonhadores. Mas tudo bem, os jovens são persistentes e vão à luta em busca do conhecimento. Se esforçam, pesquisam, testam, criam… e quando se dão conta, já são exímios autodidatas, capazes de darem aulas a qualquer um que se aventure nessa área.

Felizmente, hoje em dia o pensamento pré-histórico dos nossos pais já está sendo mudado, graças à determinação dos sonhadores e graças ao “pequeno” incentivo que o governo vem tentando dar a essa área (incentivo quase insignificante, por sinal).

Fazendo uma busca em várias faculdades do país, hoje você já pode encontrar vários cursos de graduação e de pós-graduação voltados para a área de desenvolvimento de games (veja algumas aqui neste infográfico – é antigo, aliás é antigaço e não está completo, mas já ajuda – em breve postaremos aqui a relação atual dos cursos e faculdades de games), mas infelizmente ainda não existem no país empresas suficientes do ramo para absorver os profissionais – o que força os jovens profissionais da área a se tornarem também jovens empreendedores. E é aí que surge a diferença dos profissionais de gamedev do país com os profissionais do exterior.

No exterior, como o mercado já é consolidado e já existem grandes empresas que demandam de pessoal especializado, tem aquele que só prepara o roteiro, tem o que só faz a arte conceitual (em 2D), tem o que modela, o que ilumina, o que anima, o que texturiza, o que programa… enfim, a pessoa lá tem que ser expert apenas em uma área. É mais ou menos como se diz “cada macaco no seu galho”.

Aqui a música toca um pouquinho diferente. Como no Brasil temos que lutar muito e fazer de tudo um pouco para conquistar aquilo que desejamos, na área de gamedev não poderia ser diferente. Quem entra nessa área aqui no país sabe que terá de aprender a programar, a criar desenhos em 2D, a modelar, iluminar, texturizar, animar, escrever roteiros e, se bobear, até mesmo a compor as músicas e efeitos sonoros dos games. Aqui não adianta a pessoa querer se especializar apenas em uma área, é necessário saber um pouco de tudo. Para ser um empreendedor, é necessário conhecer como funciona todo o processo.

No meu caso, sempre gostei de games, e sempre sonhei em um dia trabalhar desenvolvendo games, tanto que até repeti a 6ª série de tanto ficar jogando. Isso foi o terror para os meus pais. Mas tudo bem, não desisti. Quando cheguei no 2º grau, resolvi cursar um Técnico em Informática – queria saber programar para então começar a criar algum game – grande desilusão!! Saí de lá sabendo fazer apenas programas de fluxo de caixa, banco-de-dados, programinhas de locadoras, padarias, essas coisas. Então, desiludido que só, prestei vestibular para Arquitetura e Urbanismo… mas na faculdade a luz se acendeu novamente quando descobri que ainda poderia seguir meu sonho, sendo designer de games, ou talvez desenvolvendo os cenários dos games. Foi aí que resolvi fazer pós-graduação em Computação Gráfica: Modelagem, Animação e Rendering – meu horizonte então se ampliou de tal forma que hoje me vejo aqui, escrevendo sobre o assunto em um site especializado no ramo. Mas e daí? Já sei fazer um game? Claro que não! Tenho algumas noções, já sei desenhar, sei criar roteiros, sei planejar, sei modelar, texturizar, iluminar, animar… mas, não sei a bendita da programação orientada a objetos. O que vi no técnico não bastou, e o que vi na pós muito menos. Hoje eu vejo que “para mim”, a melhor opção seria me tornar autodidata em programação voltada ao desenvolvimento de games, pois não tenho mais tempo para cursos. Aí sim meus conhecimentos se tornariam “completos” para começar a desenvolver um game.

O que eu quis dizer com isso tudo? Bom, estou tentando demonstrar através de um exemplo pessoal, que entrar na área de gamedev no Brasil não é fácil, e que é necessário saber um pouco de tudo para “depois” poder se especializar em algo. Além disso, não importa os cursos que você faça, não importa os certificados ou diplomas que você tenha. Você sempre terá que estudar por conta própria para se atualizar e completar seus conhecimentos. Nesse mercado o que conta é o portifólio, e não o diploma. É necessário mostrar que você sabe fazer, e não que cursos você já fez.

Gamedev no Brasil é isso, profissionais “faz-tudo”, empreendedores mais “completos”.

Ricardo G. Rinaldi Artigos, Mercado de Trabalho , ,

Música no desenvolvimento de jogos

Um dos elementos principais dos jogos eletrônicos são as músicas. Elas ajudam na imersão do jogador no contexto do jogo, se não forem bem trabalhadas, a diversão pode sair prejudicada. Alguns jogos usam elas muito bem, mas é difícil falar de música e não citar a série Final Fantasy. Eles levam o conceito de música a níveis altamente elevados, onde as músicas praticamente se fundem ao cenário de fundo.

A ausência dela também é essencial em certos tipos de jogos, como em Tomb Raider e Splinter Cell. Syphon Filter até que tinha músicas de fundo, que em alguns momentos davam um clima especial, como nas batalhas dos chefes, que tinha uma música própria. Em Splinter Cell só nos momentos de mais ação, já que, pelo game ter como mecânica de jogo a furtividade, colocar som como em Final Fantasy pode prejudicar o jogador, que precisa escutar passos dos guardas/seguranças vindo, para ele saber onde que eles estão.

Para o desenvolvedor indie, o som é um dos elementos mais difíceis de serem colocados. Nem todos conhecem músicos que podem ajudar o desenvolvedor com o seu game. E se conhece, eles normalmente cobram por música. Fora isso, nem todos tem habilidades musicais avançadas para comporem uma música para o jogo e aí contratar um músico e pagar pode ser a melhor saída. Já os efeitos sonoros, nem sempre, já que tem sites que possuem os efeitos para download.

Outra saída é procurar músicas livres na internet, onde o desenvolvedor não precisa pagar royalties para os músicos. Ou mesmo se o desenvolvedor conhece algum amigo que tem habilidades musicais (ou tem uma banda) pode pedir ajuda para ele, já que isso se torna uma ajuda mútua: você acaba tendo a música e a banda acaba tendo uma publicidade gratuita das suas músicas. Se o jogo fizer sucesso, a banda pode começar a sair da cena independente ou quem sabe os músicos conseguem viver só disso (que é um dos objetivos de qualquer um que tenta aprender algum instrumento e começa a estudar constantemente).

Por fim, o Allan Brito tem um texto com vários sites para conseguir músicas. Outro site interessante é o FindSounds, para efeitos sonoros comuns. É claro que cada desenvolvedor deverá conferir na página as licenças das músicas disponibilizadas, para não violar direitos autorais.

Rodrigo Flausino Música e Efeitos Sonoros , ,